Principais notícias do dia 22/07/2025 – Negócios

Modelo SaaS perde espaço, enquanto vendas diretas crescem 39% no último ano

O cenário de monetização das startups brasileiras está em transformação. Um novo estudo revela que as empresas estão abandonando gradualmente o modelo de Software como Serviço (SaaS) em favor de vendas diretas, que apresentaram um crescimento de 39% no último ano.

A mudança para vendas diretas reflete uma busca por liquidez imediata em um ambiente econômico desafiador, onde a estabilidade financeira se torna cada vez mais crucial. Essa tendência é particularmente relevante para pequenos empresários, que podem ver na reavaliação de seus modelos de receita uma oportunidade de aumentar seu fluxo de caixa e atender melhor à disposição de seus clientes em pagar pelos serviços.

Em tempos de incerteza, adaptar-se e diversificar a forma como ingressos são gerados pode ser a chave para a sustentabilidade e o crescimento do negócio.

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44% das micro e pequenas empresas usam IAs generativas com frequência no negócio

A incorporação de novas tecnologias está se tornando um imperativo para a competitividade das micro e pequenas empresas no Brasil. Uma pesquisa realizada pela Quaest, a pedido do Itaú Emps, aponta que 44% dessas empresas utilizam inteligência artificial generativa em suas operações.

A principal utilização da IA ocorre em áreas como marketing, vendas e relacionamento com clientes. Esta adoção demonstrou ser uma ferramenta valiosa para aumentar a eficiência operacional e a competitividade dos negócios. Para empresários, especialmente os que atuam no setor de serviços, explorar a inteligência artificial não é apenas uma questão de modernização, mas também uma oportunidade de oferecer novos serviços que atendam a essa crescente demanda por soluções mais inteligentes.

Assim, investir em tecnologia pode não apenas otimizar processos, mas também abrir novas frentes de atuação no mercado.

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Itaú aposta em atendimento por IA para atrair contas de empreendedores

A digitalização dos serviços financeiros é uma tendência crescente e o Itaú está à frente com o lançamento de um banco digital focado em pequenos negócios e autônomos. Voltado para faturamentos entre R$ 200 mil e R$ 3 milhões, a instituição investe em tecnologia, especialmente em inteligência artificial, para oferecer um atendimento mais personalizado e eficiente.

Essa iniciativa ressalta a importância do segmento de pequenas empresas no mercado financeiro brasileiro e a necessidade de serviços que atendam às suas especificidades. Para empreendedores, a nova opção de bancarização deve ser explorada, pois pode representar redução de custos e acesso a ferramentas financeiras adaptadas às suas realidades operacionais.

Esse tipo de inovação é crucial para que pequenos empresários consigam se manter competitivos em um mercado em rápida transformação.

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Um terço dos micro e pequenos empreendedores cita inflação e juros altos como maiores desafios

O ambiente econômico atual impõe desafios significativos para os micro e pequenos empreendedores no Brasil. Uma pesquisa da SumUp destaca que cerca de 33% destes empresários consideram a inflação e as altas taxas de juros como os principais obstáculos a serem enfrentados.

Além da inflação, a dificuldade em obter crédito e a manutenção do fluxo de caixa também estão entre os desafios mais recorrentes. Em tempos de incerteza financeira, é essencial que os gestores realizem um planejamento cuidadoso e adotem estratégias que considerem a pressão inflacionária. Para consultores e prestadores de serviços, entender essa realidade pode não apenas ajudar na gestão de suas próprias operações, mas também abrir espaço para oferecer soluções que auxiliem seus clientes a superar esses desafios.

Neste cenário, preparar-se e ser proativo pode ser uma vantagem competitiva decisiva.

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De entregas antecipadas a produção local: empreendedores tentam reduzir impacto da taxa de Trump

A iminente tarifa de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA, a ser implementada em agosto, está causando uma onda de reações entre os empreendedores brasileiros. Para minimizar os impactos, estratégias como antecipação de entregas e criação de unidades produtivas nos EUA estão sendo avaliadas.

Com o setor de micro e pequenas empresas representando 40% das exportações brasileiras em 2024, a nova taxação poderia ter consequências severas para esses negócios. Para os empresários envolvidos em exportação ou parte da cadeia de fornecimento, compreender esta nova realidade é crucial para adaptar suas operações e buscar alternativas que mantenham a competitividade no exterior.

Agora, mais do que nunca, é fundamental não apenas reagir, mas também antecipar-se às mudanças do mercado.

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