O Limite da Gratuidade

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Novamente, entrei em debate sobre as velhas discussões do mundo de negócio moderno. Seria o correto ter uma empresa social ou manter no capitalismo tradicional. Como resolver a questão do retorno versus impacto. Caindo, por fim, no dilema gratuidade ou cobrar o valor de mercado?  

Muito defendem a ideia de modelo de negócio aberto ou gratuito. Somos uma geração fortemente influenciada pelo Google e seu modelo que não onera o usuário, mas sim o anunciante. Para não pagar, aceitamos tranquilamente virar o produto comercializado.

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Pessoalmente, sou super a favor de modelos abertos, gratuitos ou até mesmo pague-quanto-quiser, mas, pela primeira vez, percebi uma nova faceta para a questão das “novas precificações”.

O que me surgiu é o fato de, em vários casos, empreendedores colocam a gratuidade como imperativo para evitar a pergunta a questão mais assustadora de qualquer pessoa ou organização: “Eu estou realmente gerando valor para alguém?”

Situação que me leva a conclusão: Se você não consegue gerar valor o suficiente para alguém comprar o seu produto, provavelmente ele não vai útil para àqueles que vão obtê-lo gratuitamente.

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Leandro Borges
Leandro começou a vida profissional prestando consultorias centenas de pequenas empresas em todo o Brasil e foi professor em instituições como SEBRAE, Vale, Souza Cruz, FIRJAN, COPPE e FGV. Hoje, é encantado pelas facilidades que o Excel traz para a gestão empresarial e quer levar essa maravilha para o Brasil e o Mundo!

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